PLANTÃO / GREVE NA ALEMA

No segundo dia de greve, servidores fazem apitaço e batucada na galeria da Alema

Categoria reivindica a reforma do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos.

20/10/2015
Sindsalem

O segundo dia de mobilização começou com a presença de mais servidores, demonstrando a força, o desejo de mudança e a união da categoria. Pela manhã, um grupo distribuiu exemplares da Carta Aberta à População, que explica os motivos da greve, nos semáforos próximos ao portão principal da Assembleia.

Enquanto isso, os demais servidores permaneceram concentrados em frente à ALEMA, utilizando um carro de som para fazer suas reivindicações e protestos ecoarem pelo Sítio do Rangedor.

Por volta das 9h, os servidores foram para a galeria assistir a Sessão Plenária, anunciando sua chegada com apitaço, batucada e muita disposição para a luta. Desta vez, a porta de acesso à galeria estava aberta, tendo em vista que no dia anterior "a emenda saiu pior que o soneto" para o Deputado Humberto Coutinho.

Às 10h15, houve uma reunião entre o Comando de Greve, o Diretor Geral da ALEMA, Carlos Alberto, e o Diretor de Orçamento e Finanças em exercício, Abimael.

Reunião nada conclusiva em que a ALEMA não demonstrou interesse em negociar as demandas da categoria, mas somente aquilo que lhe é conveniente: a presença de um percentual de servidores nos seus postos de trabalho. Muito embora os serviços realizados na Casa não façam parte do rol de serviços essenciais, nos termos da Lei de Greve.

Além disso, os servidores efetivos e estáveis representam apenas 18,9% do total dos servidores da Casa. Sem dúvida, uma grande contradição se levarmos em cconta a declaração feita pelo presidente da ALEMA, deputado Humberto Coutinho, de que os servidores efetivos e estáveis não trabalham! Vai entender...

Da reunião realizada ficou a expectativa de que a Mesa Diretora da ALEMA se disponha a debater as propostas apresentadas pelo Sindsalem, com a finalidade de se lograr a Reforma do PCCV.

Durante o dia, a TV Assembleia, uma das emissoras de televisão que fizeram a cobertura do ato do primeiro dia de greve, veiculou matéria falaciosa, tentando descaracterizar o movimento grevista, como se os pleitos dos servidores não fossem genuínos e urgentes. Contudo, mesmo com a dificuldade de acesso à mídia, a verdade prevalecerá.

A sociedade precisa saber que um acordo publicado em Diário Oficial foi descumprido, que as assinaturas de deputados de nada valeram, que as palavras que firmaram o acordo sobre a reforma do PCCV a partir do mês de outubro de 2015 foram palavras vazias.

Diante do exposto, os servidores permanecem em greve por tempo indeterminado, com disposição para o debate, receptivos a propostas e à espera de que o presidente Humberto Coutinho honre sua palavra e realize a Reforma do PCCV! 

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